As capitais das séries de TV americanas

O pessoal do blog Ligado em Série recentemente confeccionou um mapa muito bacana para os viciados em séries de TV. Ele mostra os seriados americanos pela localidade onde se passam. São mais de 100 produções! Clique para ampliar e ver em detalhes.


Veja também:



Destruindo a Estátua da Liberdade 10 vezes


A Estátua da Liberdade é um dos mais fortes símbolos americanos. Ela representa esperanças e sonhos. E é esse provavelmente o motivo pelo qual tantos filmes e jogos de vídeo game adoram aniquilá-la. 
Antes de seguirmos para uma lista de ocasiões em que o pobre monumento sofreu nas mãos da indústria do entretenimento, uma interessante observação. A Estátua da Liberdade também sobreviveu a muitos eventos estranhos! Em O Dia Depois de Amanhã (2004), é afogada e congelada, mas continua de pé. Já a vimos debaixo d'água em A.I. - Inteligência Artificial (2001) também. Ela foi lançada como um míssil em Superman IV - Em Busca da Paz (1987) e serviu de campo de batalha em X-Men: O Filme (2000). Sua tocha já apareceu danificada em tudo quanto é lugar, de Férias Frustradas II (1985) a Futurama. Em Os Caça-Fantasmas 2 (1989), deram até vida a ela e depois a deixaram na rua, e no fim ela simplesmente voltou a seu pedestal sem danos.
Vamos lá... Divirta-se com a Estátua da Liberdade mutilada, decapitada e explodida.
O Planeta dos Macacos (1968)


Plantas dos apartamentos de séries de TV


Você já assistiu tanto a um seriado que memorizou os cenários recorrentes? Um artista, Iñaki Aliste Lizarralde, desenhou as plantas dos apartamentos de várias séries. Confira, em um nível impressionante de detalhes, os ambientes de Friends, Frasier, Sex and the City e The Big Bang Theory.

Os vampiros da vida real

De Drácula a True Blood, passando por Nosferatu e Entrevista com o Vampiro, os vampiros figuram entre as criaturas mais retratadas no cinema, na literatura e na TV. O que muita gente não sabe é que existe algo parecido com o vampirismo no mundo real. De acordo com uma publicação do Journal of the History of the Neurosciences de 2011, a Síndrome de Renfield é uma compulsão por beber sangue. 
Também chamada de "vampirismo clínico", a síndrome atinge mais homens do que mulheres e tem forte ligação sexual. As pessoas diagnosticadas tendem a se sentir poderosas após beber o sangue de seus parceiros sexuais, acreditando que ele tem poderes místicos. Para eles, é como se estivessem drenando as forças vitais da vítima.
A Síndrome de Renfield progride em três estágios. Primeiro, há o auto-vampirismo, o ato de beber seu próprio sangue. Em seguida, a zoofagia, que consiste em comer animais vivos ou beber o sangue dos mesmos. E, por fim, o consumo do sangue de seres humanos vivos. Alguns pacientes mantêm relações sexuais consensuais em que a retirada e a ingestão de sangue estão envolvidas, e outros roubam de hospitais e laboratórios. Os mais violentos recorrem ao estupro ou assassinato para satisfazer seus impulsos.
Mas o que acontece com alguém que bebe sangue? Se ingerido em grandes quantidades, pode levar a doenças cardíacas, insuficiência hepática e câncer. O sangue é rico em ferro, que, em altas doses, é tóxico, causando a hemocromatose. Sem tratamento, ela pode ser fatal.
É, infelizmente, o vampiro da vida real não tem o bônus da eternidade. Trata-se só da parte ruim.


Por que os piratas usavam tapa-olho?


O tapa-olho não era apenas um acessório usado pelos piratas para deixá-los com cara de mau.  Ele também tinha utilidade na vida no mar.
No oceano, a luz do sol é ampliada, então o navegante poderia levar alguns minutos até se ajustar à escuridão quando fosse para debaixo do convés do navio. O tapa-olho ajudava justamente nessa transição. Com o acessório, ele só precisava trocar de olho coberto, passando a utilizar o que já havia ficado no escuro por algum tempo.
Não apenas piratas usavam tapa-olho. Marinheiros em geral se aproveitavam do recurso para se acostumar ao escuro debaixo do convés.
Fonte: OMG Facts

10 curiosidades sobre a Pixar



Desde o lançamento de Toy Story nos anos 90, a Pixar vem encantando crianças e adultos com suas animações de excelência técnica e de roteiro. A bem sucedida companhia e seus filmes são cercados de fatos interessantes. Conheça dez deles:
  • Vários dos filmes da Pixar escondem referências a longas da casa que estão ainda por vir. Exemplos: Nemo como um brinquedo de Bo em Monstros S.A., o Luigi de Carros passando rapidamente em Procurando Nemo, a sombra do cão Dug de Up em Ratatouille e o robô WALL-E guardado em uma garagem em Os Incríveis. Fique de olho, a próxima novidade da Pixar pode ser qualquer objeto em cena nas últimas animações que você assistiu!
  • George Lucas vendeu a Pixar para Steve Jobs por apenas US$5 milhões. A empresa foi criada nos anos 70 como parte do império Lucasfilm, sendo responsável por efeitos especiais. Em 1986, a Pixar foi vendida para o co-fundador da Apple por uma quantia que hoje soa irrisória, dado o sucesso que ela se tornaria e o fato de que foi vendida para a Disney por US$7,4 bilhões em 2006.

  • Há uma referência à pizzaria fictícia Pizza Planet - vista pela primeira vez no primeiro longa-metragem da Pixar, Toy Story - em cada uma das animações da empresa. Inclusive no recente Valente, que se passa no século X.
  • Os computadores utilizados no desenvolvimento de Carros, de 2006, eram 1000 vezes mais rápidos do que aqueles utilizados para Toy Story onze anos antes. Imagine os atuais! O avanço gráfico é notável ao longo das treze animações lançadas pela Pixar até hoje.
  • Um dublador está em todos os filmes (nas versões originais, em inglês). A voz do ator John Ratzenberger, mais conhecido pela série dos anos 80 Cheers, já é considerada pela Pixar como um amuleto da sorte, então eles sempre acham um papel para ele. John é P.T. Pulga em Vida de Inseto, Mack em Carros, O Abominável Homem das Neves em Monstros S.A., O Underminer em Os Incríveis, e o Cardume em Procurando Nemo, entre outros.
  • Procurando Nemo, que segue as aventuras do peixe-palhaço Nemo, seu pai e seus amigos, é o DVD mais vendido de todos os tempos, com mais de 40 milhões de cópias.
  • "Pixar" não é um acrônimo. O antigo design da logo confundia. O mistério da origem do nome foi solucionado por Karen Paik e Leslie Iwerks na biografia To Infinity and Beyond! De acordo com os autores, o co-fundador Alvy Ray Smith sugeriu "Pixer", um verbo inventado em espanhol que significa "fazer imagens". Seu colega Loren Carpenter preferiu misturar o final de "radar" para dar um toque high-tech.  Assim nasceu o nome "Pixar".
  • Os movimentos das mãos do gafanhoto Hopper em Vida de Inseto foram modelados com gestos de Steve Jobs, chefe da Apple e produtor da Pixar na época da produção do filme.
  • Bill Murray foi seriamente considerado para a voz de Buzz Lightyear em Toy Story, mas Tim Allen foi quem ficou com o papel simplesmente porque Murray perdeu o número de telefone dos produtores.
  • Toy Story divide com um filme brasileiro a disputa pelo título de primeiro longa-metragem de animação inteiramente digital. Toy Story foi lançado no fim de 1995 e Cassiopeia, da NDR Filmes, no início de 1996. Porém, há uma polêmica que gira em torno dos critérios para estabelecer o que é um filme inteiramente digital. A qualidade da animação da Pixar é indiscutivelmente superior e, como é de se esperar, essa discussão não tem muito espaço fora do Brasil.

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